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domingo, 25 de dezembro de 2022

MORINGA: A planta que combate diabetes, colestrol e inflamações

 

MORINGA: A planta que combate diabetes, colestrol e inflamações

 Essa planta tem uma variedade de fito químicos ESSENCIAIS para nossa saúde.

Alguns pesquisadores acreditam que ela concentra 7 vezes mais vitamina C do que laranja, 10 vezes mais vitamina A do que cenoura, 17 vezes mais cálcio do que o leite, 9 vezes mais proteína do que iogurte, 15 vezes mais potássio do que banana e 25 vezes mais ferro do que o espinafre…

Praticamente todas as partes da árvore são comestíveis e usadas na alimentação humana e de animais: folhas, raízes, vagens, flores e sementes.

O óleo extraído das sementes pode ser usado na pele e nos cabelos.

É rica em antioxidantes… e você já sabe a importância destes elementos para saúde geral, barra o envelhecimento fortalece a imunidade!

Esses antioxidantes: vitamina C, betacaroteno, a quercetina ajudam a baixar a pressão arterial.

Já o ácido clorogênico é neuroprotetor e hipoglicemiante para ajudar a controlar os níveis de açúcar no sangue após as refeições.

Foi realizado um estudo que mostra isso, veja:

Um estudo realizado com 30 mulheres mostrou que tomar uma colher e meia de (CHÁ) ou seja sete gramas do pó das folhas da moringa todos os dias, durante três meses, reduz os níveis de açúcar no sangue em jejum em 13,5%, em média.

Separei algumas receitas para você utilizar a moringa!

RECEITAS:

Suco das folhas Ingredientes:

1 xícara (chá) de folhas frescas ou algumas colheres do material seco triturado 300ml de água.
Bater bem e coar e beber

Chá de moringa Ingredientes:

1 colher (chá) de folhas de moringa desidratada
1 litro de água filtrada e fervida

Faça infusão: coloque as folhas em água fervente, desligue, tampe e espere esfriar ou aguarde 10 a 15 minutos para usar.

Pode ser usado até 500ml por dia dividido em 2 vezes ou seja 2 xícaras 2 vezes ao dia.

A moringa pode ser encontrada na forma de cápsulas, sementes ou pó!

 

by Dra. Ângela Xavier

domingo, 30 de setembro de 2018

Benefícios do jejum, nas suas várias formas (prolongado, restrição calórica, periódico, intermitente)


Comer durante menos horas ao longo do dia, poderá diminuir o risco de doenças crónicas e aumentar a longevidade, de forma independente da perda de peso.
O jejum, nas suas várias formas (prolongado, restrição calórica, periódico, intermitente) é uma promissora área de investigação atual, com resultados muito promissores na prevenção e tratamento de doenças crónicas como cancro, doenças cardiovasculares, diabetes, doenças autoimunes, entre outras.
Uma dessas formas consiste em concentrar todo o consumo de alimentos numa janela temporal de 8 a 12 horas. Alguns estudos preliminares sugerem que não consumir alimentos durante um período de 12 a 16 horas poderá melhorar uma série de marcadores metabólicos.
Um estudo recente em modelo animal comparou 3 grupos: um grupo alimentava-se sempre que queria ao longo do dia; outro grupo apenas comia uma vez por dia, não diferindo nas calorias em relação ao primeiro; o terceiro grupo consumia 30% menos calorias do que os outros.
De acordo com os resultados do estudo, consumir uma refeição no dia, aumentando as horas de jejum, aumentou a longevidade e diminui o risco de doenças crónicas, de forma independente das calorias ingeridas ou tipo de dieta.
Anteriormente outro estudo em modelo animal mostrou também que consumir todas as calorias num período de 8/9 horas, comparativamente com comer sem limites de horas, esteve associado aos seguintes efeitos:
- Protege contra o aumento de peso independentemente do tipo de dieta e peso inicial;
- Reduz a inflamação;
- Melhora a tolerância à glicose e diminui a resistência à insulina;
- Melhora a homeostase de nutrientes;
- Restaura a homeostase de colesterol.
Embora existam vários estudos em animais, ainda não existem estudos suficientes realizados em humanos de forma a termos uma ideia mais clara sobre os seus efeitos e potenciais riscos, com algumas exceções:
Um estudo clínico aleatorizado que incluiu 8 homens com pré-diabetes e excesso de peso mostrou que aqueles que comeram entre as 8h e as 14h, tiveram os seguintes efeitos:
- Aumentou a sensibilidade à insulina;
- Melhorou a atividade das células beta, diminuiu a pressão arterial e o stress oxidativo;
- Diminuiu a vontade de comer à tarde;
- Pode melhorar a saúde mesmo sem haver perda de peso.
O estudo mostrou pela primeira vez que comer durante um período de 6 horas na primeira parte do dia poderá melhorar a saúde cardiometabólica e que esses efeitos são independentes da perda de peso.
Outro estudo clínico com 23 participantes com obesidade mostrou que comer entre as 10 e as 18h durante 12 semanas esteve associado a uma diminuição das calorias ingeridas, diminuição do peso corporal e diminuição da pressão arterial.
Para a prevenção de alguns cancros, comer durante menos horas por dia poderá também ser benéfico. Um estudo recente de caso-controlo incluiu 621 casos de cancro da próstata (872 controlos) e 1205 casos de cancro da mama (1321 controlos), os quais nunca trabalharam por turnos noturnos. Alguns resultados do estudo:
- Comparativamente com aqueles que dormiram logo a seguir à ceia, os participantes que dormiram 2 ou mais horas depois da ceia tiveram um risco 20% inferior de cancro da mama e da próstata (diminuição de 26% no risco de cancro da próstata e de 16% no risco de cancro da mama).
- Foram observados os mesmos efeitos naqueles que comeram a ceia antes das 21h, comparativamente com aqueles que comeram depois das 22h.
- Os efeitos protetores de um intervalo maior entre a ceia e dormir foi mais pronunciado entre aqueles que aderiram às recomendações de prevenção de cancro (diminuição de 35% no risco de ambos os cancros).
O estudo concluiu que aderir a um padrão alimentar mais diurno, especificamente fazendo a última refeição cedo, aumentando o intervalo de tempo antes de dormir, poderá estar associado a um risco inferior de cancro da mama e da próstata, reforçando a importância de se levar em consideração os ritmos circadianos nos estudos sobre dieta e cancro.
Outro estudo anterior que envolveu 2413 mulheres com um diagnóstico de cancro da mama mostrou que aquelas que ficaram menos de 13 horas sem comer durante a noite tiveram um risco 36% superior de recidiva de cancro da mama, comparado com quem ficou mais de 13 horas sem comer.
De acordo com o estudo, menos horas de jejum noturno estão associadas a níveis superiores de HbA1C e a menos horas de sono, o que poderá em parte explicar o risco de recidiva assim como aumentar o risco de diabetes, doenças cardiovasculares e outros cancros.
Embora ainda exista muita investigação para ser feita de forma a percebermos melhor os benefícios do jejum para a saúde, tudo indica que fazer jejuns intermitentes ou diminuir as horas ao longo do dia durante as quais nos alimentamos, poderá diminuir o risco de doenças crónicas e aumentar a longevidade.
By Gabriel Mateus (projeto Safira)

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